O melhor remédio pra essa dor é escrever… ou cantar!
Esmigalhar com as lâminas das palavras a dor de ter nascido sensível,
e de não encontrar sentido em tantas coisas para as quais inventamos deus.
Estar rodeado de sincronicidade e mesmo assim carregar um certo descontentamento
por saber-se sozinho na função de criador das próprias soluções.
Um privilégio e um desafio simultaneamente.
Não há fórmulas prontas para o viver…
(Ouvindo Strawberry fields forever, The Beatles.)
