Cenas e Sabores

Não preciso de nome
Chama-me Flor, Florzinha,
Só preciso de COR (todas)
Sem número de horas,
Sem hora pra acabar
De despetalar os acessórios que uso,
as roupas que restam ao conforto
dos que olham sem ver a essência.

Dá-me o seu frenesi
“O melhor lugar do mundo é aqui”
Nada vale mais do que assumir-se por inteiro
O SER formado pelo conjunto
das qualidades admiráveis e
também das assustadoras.
Único na loucura do que quiser,
“pro que der e vier”.

Esquece sua própria censura,
Nada importa mais do que o seu julgamento
a cada momento que se desdobra,
a cada horizonte que se vislumbra.

O que entendemos sobre o que nos cerca
é sempre tão limitado quanto nós mesmos
Porque somos feitos de experiências…
E quanta força há esquecida na Sombra…

De que mais precisamos
além de impossíveis contestáveis
para nos desafiar?

Reconheço a sintonia de um olhar
e as delícias vestidas de sonhos.

Cenas e Sabores dos próximos capítulos.

Laura Bernardes, jul-set/2011.

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