livre-arbítrio-imaginário

Desfrutar sutilmente de sua pele

sem tirar-lhe um pedaço sequer.

Apenas lendo seus olhares

que me apreciam a presença

e participando de sua vida

como uma irmã afetuosa.

Se o desejo mortal de mergulhar

deve ser contido,

permito-me flutuar na sua superfície

usando apenas a minha imaginação.

Encontrei então um caminho para seguir,

não tão intenso e fulgáz quanto a emoção

de perder o chão ao cair do abismo,

mas tão bom e duradouro

quanto um banho de cachoeira

imaginário

a dois.”

Leia também o poema lindíssimo de onde tirei a imagem http://www.overmundo.com.br/_banco/multiplas/1214642010_1197764.jpg

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