livre-arbítrio-imaginário

Desfrutar sutilmente de sua pele

sem tirar-lhe um pedaço sequer.

Apenas lendo seus olhares

que me apreciam a presença

e participando de sua vida

como uma irmã afetuosa.

Se o desejo mortal de mergulhar

deve ser contido,

permito-me flutuar na sua superfície

usando apenas a minha imaginação.

Encontrei então um caminho para seguir,

não tão intenso e fulgáz quanto a emoção

de perder o chão ao cair do abismo,

mas tão bom e duradouro

quanto um banho de cachoeira

imaginário

a dois.”

Leia também o poema lindíssimo de onde tirei a imagem http://www.overmundo.com.br/_banco/multiplas/1214642010_1197764.jpg

Mistificação sobre o Desconhecido

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Lembranças infantis exemplificam a visão inocente e mistificada 
que temos das coisas que não são cotidianas.
Alguém escrevendo e eu não acreditava também ser capaz…
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Hoje, faço palavras bailar, tanto faz se no papel ou no monitor,
nem importa mais a técnica.
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Conteúdos ambíguos são ricos,
Cada um entende na profundidade que alcança.
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O que parece mágica nada mais é do que o resultado de 
árdua aplicação do conhecimento durante um período de tempo.
 
Dessa forma transcendental, posso vislumbrar as “as duas pontas da vida”
(Machado de Assis), baseando-me no que passou, verificando o quanto cresci
e lançando-me mentalmente para o futuro, onde encontro 
todas as recompensas das lutas de agora.
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(Mentalização do sonho já conquistado)
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